Babymoon em Paris!

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Quando descobri que estava grávida não cogitava em fazer meu enxoval fora, mas havia comprado umas passagens pro Peru que, pelo meu novo estado, não poderia fazer a viagem.

Com o crédito, eu e meu marido ficamos cogitando utiliza-lo mais para uma “despedida” nossa do que propriamente com o intuito de fazer o enxoval. Claro que unir os dois seria bem melhor!

Havíamos feito uma viagem pra Europa há pouco tempo, mas a ideia de voltar não era tão má! Voltar pra Paris não é, realmente, nenhum sacrifício!!! Mas será que valeria a pena fazer parte do enxoval lá?

Estados Unidos não era prioridade para nós, apesar de muitos casais preferirem a terra do Tio Sam para fazer o enxoval. Achamos que a gente não iria curtir muito, pois lá não existe o encantamento que há na Europa!

Procurei então me informar se valeria a pena fazer o enxoval na Europa e me surpreendi com a quantidade de informações dizendo que sim! Resumindo: qualquer lugar é mais barato que no Brasil! Kkkkkk. Claro que computando os custos da viagem (que na Europa é bem mais “salgado” que nos Estados Unidos), acaba meio que saindo elas por elas caso tivéssemos feito o que fizemos lá por aqui, mas não teríamos a oportunidade de fazer a nossa “despedida” de uma vida só nossa.

Então, para quem pretende fazer enxoval na Cidade Luz, algumas dicas válidas:

1. Roupas de Bebê

Há várias lojas especializadas para roupinhas de bebê, porém não há aquela febre do consumo como nos EUA. Os europeu, em geral, são mais conservadores e gostam do que é bom e não de modismos (#meidentifico)! E nem só de grandes grifes vive a Europa! Abaixo uma lista dos sites das marcas que vendem roupinhas que achei interessante no custo/benefício pelas marcas:

http://www.jacadi.fr
http://www.petit-bateau.fr
http://www.zara.com
http://www.bonton.fr
http://www.gap.com
http://www.lacoste.com
http://www.hm.com

2. Produtos de Farmácia

Ir nas Pharmacies de Paris é de enlouquecer!!!! Vende-se as melhores marcas cosméticos, shampoos, cremes… Nossa!! E produtos para gestantes e bebês de marcas maravilhosas também! A famosa marca Mustela é francesa, e lá os produtos saem mais baratos que nos EUA! Comprei de cremes para a gestação e pós-parto até kit higiene para bebê. Maravilhosos!!!
http://www.mustela.fr
http://www.clarins.fr
http://www.bioderma.fr
http://www.eau-thermale-avene.fr

3. Compras em geral para os bebês

Existem algumas lojas especializadas em produtos para bebês, mas as mais recomendadas são a Sauvel Natal e a Aubert. Uma amiga tinha ido a Paris umas 3 semanas antes que eu para fazer o enxoval, e me aconselhou a não ir na Aubert, pois os preços não estavam tão convidativos. Fui na Sauvel Natal e lá comprei muitas coisas para o Henrique, inclusive o carrinho. Comprei o modelo Quinny Moodd e o preço saiu, na promoção, a 320 Euros. Convertendo deu quase mil reais. Não é barato, até acho que nos EUA sai um pouco mais em conta (não muito), mas pelo modelo achei bom o preço, visto que aqui no Brasil já vi vendendo o mesmo carrinho a quase 5 mil Reais! Absurdo!! Só o carrinho já compensou a viagem!
Para quem não sabe, a linha de alimentação Avent também é francesa, e você pode encontrar em qualquer loja ou Pharmacies. Trouxe mamadeiras, chupetas, esterilizador, porta leite…Tudo compensou bastante em relação ao Brasil! Em algumas Pharmacies ainda estava com super desconto!!!

http://www.sauvelnatal.com
http://www.aubert.com

Concluindo: de fato, nos EUA há mais vantagem em fazer o enxoval pela variedade de produtos e também pelos outlets de roupas que lá existem, mas com certeza não há o encantamento que a Europa pode oferecer!! Além das compras, desfrutar da cidade mais romântica do mundo ao lado do seu amor e do fruto deste amor que está para chegar é indescritível, além dos registros lindos neste momento tão especial!

10808336_779813235419224_107224186_nJardin Du Luxembourg

Bisou!!!

Obs: Viajamos no Outono (início de Novembro de 2014) e estava com 24 semanas!

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A Medieval Poitiers

Quando decidimos ir à França, uma das paradas obrigatórias era a cidade de Poitiers, pois lá mora uma prima do meu marido.

Saímos de trem da estação Montparnasse e a viagem durou não mais que 1h30. De carro o trajeto duraria umas 3h, mas também é uma opção interessante de passeio, pois para quem está com tempo disponível poderia parar em vários locais e visitar castelos interessantes, como o Vale Loire.

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A viagem de trem é muito tranquila (Aaaah… Que saudade dos transportes públicos europeus! 🙂 ) e, para variar, podemos contemplar da janela paisagens belíssimas!

ImagemA caminho de Poitiers! Este é o trem normal que faz a linha Paris-Poitiers, e não o trem bala (não há nesse trajeto!). Porém, este “normal” já é super confortável!!

Poitiers é uma cidade localizada no centro-oeste da França às margens do Rio Clain. Capital do departamento de Vienne e da Região de Poitou-Charentes e possui não mais que 100.000 habitantes.

Primeira capital da França, na cidade de Poitiers encontra-se a primeira rua do País, que, inclusive é a rua que mora a prima do meu marido!

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Primeiro traçado de rua da França

Grande parte da cidade é desse jeito: ruas estreitas e muita ladeira! Imagino como as mulheres naquela época sofriam com seus saltos e roupas pesadas para passear pelas ruas de Poitiers e de outras cidades!

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Suas ruas milenares!

Como chegamos lá no dia 02 de Janeiro, a cidade ainda estava toda enfeitada para o Natal! A decoração e as luzes faziam que o cenário ficasse ainda mais lindo do que realmente já é!

ImagemImagemMuitas tulipas para alegrar o inverno! 🙂

ImagemMaison do Pere Noel (casa do Papai Noel)! 😛

ImagemFeirinha de Natal!

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Passeio de Charrete

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Praça central!

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Lindo Carrossel!

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Igreja Notre-Dame la Grande de Poitiers
Poitiers ficou muito conhecida por suas batalhas, a exemplo da histórica Batalha de Poitiers, que ocorreu em 19 de setembro de 1356, durante a Guerra dos Cem Anos.

Durante a Guerra dos Cem Anos, lá ocorreu o julgamento de Joana d’Arc (em francês: Jeanne D’Arc) que decretou sua pena. Ela acabou por ser queimada viva.

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Sozinha na presença do rei Carlos VII, ela o convenceu a lhe entregar um exército com o intuito de libertar Orléans. Porém, o rei ainda a fez passar por provas diante dos teólogos reais. As autoridades eclesiásticas em Poitiers submeteram-na a um interrogatório, averiguaram sua virgindade e suas intenções.

A cidade a noite nos remete aos filmes que retratam a época medieval.

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Programa interessante é visitar o Parc de Blossac, localizado no coração de Poitiers. Muito lindo e nos dias mais quentes os habitantes da cidade vão passear e fazer picnics!

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Muito frio!!! Brrr… Mas adoro!

Poitiers é uma cidade pequena, charmosa e culta! Comporta uma importante universidade. Hoje em dia, a Universidade de Poitiers abriga um campus de ciências sociais do Instituto de Ciências Políticas de Paris voltado para a América Latina (“Institut de Sciences Politiques de Poitiers”). Lá, ensina-se português, francês, espanhol e inglês, além dos alunos aprenderem noções específicas sobre Direito Internacional e Europeu, Economia, Relações Internacionais e noções culturais de cada país. A universidade aposta na diversidade cultural de seus alunos para manter sua excelência. Pelo fato dessa miscigenação cultural, a cidade que antes não tinha muita coisa, voltou sua atividade para o estilo de vida dos jovens, adquirindo uma vida boêmia que antes não havia.

Adoramos a cidade com seu jeitinho interiorano, mas de muita cultura!

Beijinhos.

Lila.

Fonte: wikipedia.

A milenar La Rochelle

Quando resolvemos viajar nosso destino estava quase que exclusivamente dedicado à França, por isso incluímos em nosso roteiro algumas cidades de seu interior. A primeira parada seria a cidade de Poitiers, que falarei em post próximo.

Já estávamos em Poitiers quando decidimos visitar La Rochelle. Meu marido é encantado por histórias medievais e seus castelos, então quando decidimos ir à França não poderíamos deixar de visitar pelo menos alguns deles e suas fortalezas.

Para entender a França, deve-se saber que o país é dividido em regiões. Atualmente são 26 regiões, onde cada uma é dividida em departamentos. La Rochelle é uma cidade localizada no sudoeste da França no departamento Charente-Maritime, Região Poitou-Charentes.

Uma prima do meu marido mora em Poitiers e nos emprestou o carro para irmos a La Rochelle. Fizemos em mais ou menos 1h30 o trecho Poitiers – La Rochelle. Em laranja, no mapa abaixo, da para ver a distância de uma cidade para outra.

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Dirigir nas estradas francesas é muito tranquilo!!! As imagens vistas são encantadoras e quem tiver um tempinho vale a pena ao menos fazer uma viagem de carro e se encantar com as belíssimas paisagens!

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 A caminho de La Rochelle

Ao chegarmos em La Rochelle, pudemos constatar o porque desta cidade ser considerada uma das mais bonitas da Costa do Atlântico! Ela se encontra na Baía de Biscay e seu porto e seu centro histórico são de uma rara beleza.

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La Rochelle conta com mais de mil anos de história (A Europa é encantadora demais pro conta deste acervo cultural! Amo!!). Esta cidade é ainda cercada por edifícios históricos, datados dos séculos XV a XVIII e se destaca por ser um grande centro de prática de esportes na água, como vela, mergulho, natação, entre outros. Estas atrações não pudemos constatar devido à época do ano que fomos, mas percebemos que mesmo no inverno a cidade é super convidativa para o passeio, com uma clima alegre e de pessoas muito simpáticas!

A história de La Rochelle falava em grande parte do mar. Hoje, ela tem um grande ancoradouro para barcos de recreio. Sendo assim, seu coração é a pitoresca “Vieux Port” (“Porto Antigo”).

O velho porto de La Rochelle é caracterizado pelas 3 torres que marcam a sua entrada e são os vestígios das fortificações da cidade.

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Você pode comprar os tickets para visitar as três torres ou só a primeira. Compramos para visitar as três!

A primeira torre que visitamos foi a Tour Saint-Nicolas (Torre de São Nicolau), a maior entre as três torres. Sua finalidade era proteger-se contras os perigos do porto do mar.

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A segunda foi a Tour de la Chaîne (Torre da Cadeia). Esta é uma das duas torres que dão entrada ao Porto Velho de La Rochelle (a outra é a Tour de Saint-Nicolas). Essas duas torres foram usados para limitar a entrada para o porto com uma grande cadeia. Da torre, há uma bela vista do antigo porto e arredores. Está classificada como monumento histórico desde 1879.

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 As duas torres: Tour de la Chaîne e Tour Saint-Nicolas

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Vista do alto da Torre de la Chaîne

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Mirante para ver o mar.

A terceira é a Tour de la Lanterne (Torre da Lanterna) tem 70 m de altura e foi edificada no século XV. Foi um dos primeiros faróis da França e serviu também de prisão.

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A Caminho da Tour de la Lanterne

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 Após enfrentar inúmeras escadas estreitas, já a vista do alto da torre.

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Lá em cima!!! Muito vento!!! 

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Ao redor do pico da torre! Muito alto, muito vento, muito medo! Kkkkkkk… Não largava meu corpo à torre!

No século XII, muitos protestantes foram atirados nas suas masmorras. Hoje podemos ver várias inscrições feitas pelos prisioneiros. Seus muros têm seis metros de espessuras.

Passear pela cidade é um encanto! Suas casas coloridas, o porto, além de todo acervo medieval que lá se encontra é de encher os olhos!

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 Veleiro Pirata! 😛

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Parada pro café e colocar em ordem o itinerário da viagem! 🙂

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Entrada da cidade Medieval!

A cidade possui uma rica herança arquitetônica, além de um aquário, jardins atrativos e um museu de história natural. Para quem ama o turismo cultural, La Rochelle é um convite à história!

Beijinhos.

Lila.

O monumental Palácio de Versalhes

Uma atração bem interessante para quem vai visitar a França é conhecer o Palácio de Versalhes, ou Château de Versailles, como preferir! 🙂

Trata-se de um castelo real (um dos maiores do mundo!) localizado na cidade de Versalhes em uma aldeia rural à época de sua construção, que atualmente é um subúrbio de Paris. Ir para lá é fácil também. Assim como para a Disneyland Resort Paris, é necessário pegar um metrô até uma estação RER e lá pegar um trem para Versalhes.

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Desembarcando em Versalhes.

A Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França, desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família real ser forçada a voltar à capital em 1789. De Luís XIV (o Rei Sol) a Luís XVI, várias modificações ocorreram no Palácio de Versalhes. Com a Revolução Francesa, liderada por Napoleão Bonaparte, a família real foi obrigada a deixar o palácio. Pouco depois da partida da família real o palácio de Versalhes começou a ser esvaziado. Enquanto o Rei viveu, muita mobília foi removida e transferida para as Tulherias, onde ele estava. Várias pinturas e objetos de arte passaram para a guarda do Museu do Louvre, incluindo a Mona Lisa e outras obras valiosas. Demais conteúdos foram distribuídos por várias instituições públicas: livros e medalhas foram para a Bibliothèque Nationale, relógios e instrumentos científicos (Luís XVI era um entendedor de ciência) para a École des Arts et Métiers.

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Estátua do “Rei Sol” e idealizador do Palácio de Versalhes, Rei Luís XIV.

O palácio encanta pela sua grandiosidade e riqueza. Logo na entrada já se tem uma demonstração do que podemos esperar lá dentro:

 

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Entrando no palácio, vários salões nos aguardam para apreciarmos a megalomania daquela monarquia:

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Aposentos reais do Rei Luis XIV.

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Aposentos reais de Maria Antonieta.

O famoso e fabuloso Salão dos Espelhos. 

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Espetacular!

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Saindo do palácio, rumo aos famosos jardins:

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Apesar de termos ido no inverno, deu pra imaginar o quanto deve ser lindo seus jardins na primavera.

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Reviver a história, in loco, é uma das maravilhas de se visitar a Europa. E na França podemos desfrutar tudo isso!

Beijinhos!

 

Fonte: Wikipedia

DISNEYLAND RESORT PARIS – VALE OU NÃO A PENA?

Quando decidimos ir a França em nossa “Eurotrip”, a Disneyland Resort Paris (antiga Eurodisney) não se encontrava em nosso roteiro. Eu já fui à Disney de Orlando uma vez e meu marido três vezes! Porém, após um jantar maravilhoso no Miss Kö (citarei num post futuro sobre Paris), passeamos pela Champs-Èlysèes e entramos na loja da Disney. Quando vimos o preço promocional de inverno (45 euros para os dois parques) não resistimos e compramos. Empolgação dada pelas bebidinhas maravilhosas “degustadas” no restaurante a pouco tempo! Rsrs… 😛

Já estávamos a um bom tempo na cidade luz e acho que por isso valeu a pena. Para quem vai ficar pouco tempo e já conhece a dos EUA, não optaria por esta programação (salvo se tiver com crianças).

Apesar da Europa ser um destino tradicionalmente mais cultural, às vezes dar uma escapada é legal! Mesmo sendo bem menor que o complexo Disney de Orlando (é menor que o Magic Kingdom), dá para sentir toda a magia e voltar a ser criança por algumas horas! O fato de termos ido no inverno não nos deixou participar de algumas atrações, mas em compensação escapamos das longas filas tradicionais de verão, o que nos fez economizar bastante tempo, apesar do parque fechar 2h antes nesta época do ano.

A Disneyland Resort Paris é integrada por dois diferentes parques: o Disneyland Paris (versão européia do parque californiano) e o Walt Disney Studios.

Para quem vai fazer os dois parques no mesmo dia, recomendo fazer o Walt Disney Studios primeiro. Ele é menor que o Disneyland Paris e dá pra otimizar melhor as atrações. Ao deixar o Disneyland Paris por último, dá para ver o encerramento do parque no castelo da Bela Adormecida com a tradicional queima de fogos!

O que tem de interessante nos parques?

1 – Walt Disney Studios: Tem inspiração cinematográfica, mas sua versão é um pouco diferente do Hollywood Studios, apesar de lá encontrarmos diversas atrações americanas famosas, tais como o elevador que despenca da atração Twilight Zone (Tower of Terror), a montanha russa Rock’n’Roller Coaster (da banda Aerosmith), o passeio pelos estúdios, a atração com efeitos especiais do filme Armageddon. Lá tem um restaurante super fofinho com o tema de Ratatouille. Há atrações bem bacanas também, como a do Procurando Nemo!

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Entrada do Parque.

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Algumas das atrações do parque!

2 – Disneyland Paris: Parque principal, onde tem por destaque o Castelo da Bela Adormecida e as atrações mais conhecidas, como o Piratas do Caribe, a Mansão Fantasma, a Space Moutain II (para mim, a melhor!!!). A parada no final do dia é linda, mas bem menor que a dos EUA, e a queima de fogos no castelo é emocionante!! Peter Pan é o personagem principal e muitas das músicas são cantadas em francês, alternando com inglês.

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Algumas pelo dia…

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… outras pela noite! O clima de natal deixou tudo ainda mais lindo!

O acesso aos parques é fácil, podendo ir de metrô, carro, ônibus de turismo ou ônibus que sai direto do aeroporto. Optamos a ir de metrô e foi super fácil. O parque fica somente a uns 30 km do centro de Paris e se locomover de metrô, para nós, foi a melhor opção, pois a cidade é fartamente abastecida de linhas. Para chegar aos parques, tem que pegar um metrô e ir para as estações do RER (tal como a Gare de Lyon) de onde saem trens (RER A4) diretos até a estação Marne-la-Vallée em uma viagem de aproximadamente 45 minutos. A estação de desembarque é na portaria de acesso ao parque. O último trem sai do parque às 23h, mas a volta pode ter um lado ruim, pois o trem acaba voltando bem cheio e você tenha que fazer a viagem a pé. Para nós não foi nenhum incômodo.

Bom… Se valeu a pena? Para nós, demais!

Mais dicas recomendo o site Conexão Paris (verdadeiro guia para quem quer conhecer a França!) no link: http://www.conexaoparis.com.br/2013/10/30/disneyland-paris-vale-a-pena-como-e-quando/

Beijinhos!