Babymoon em Paris!

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Quando descobri que estava grávida não cogitava em fazer meu enxoval fora, mas havia comprado umas passagens pro Peru que, pelo meu novo estado, não poderia fazer a viagem.

Com o crédito, eu e meu marido ficamos cogitando utiliza-lo mais para uma “despedida” nossa do que propriamente com o intuito de fazer o enxoval. Claro que unir os dois seria bem melhor!

Havíamos feito uma viagem pra Europa há pouco tempo, mas a ideia de voltar não era tão má! Voltar pra Paris não é, realmente, nenhum sacrifício!!! Mas será que valeria a pena fazer parte do enxoval lá?

Estados Unidos não era prioridade para nós, apesar de muitos casais preferirem a terra do Tio Sam para fazer o enxoval. Achamos que a gente não iria curtir muito, pois lá não existe o encantamento que há na Europa!

Procurei então me informar se valeria a pena fazer o enxoval na Europa e me surpreendi com a quantidade de informações dizendo que sim! Resumindo: qualquer lugar é mais barato que no Brasil! Kkkkkk. Claro que computando os custos da viagem (que na Europa é bem mais “salgado” que nos Estados Unidos), acaba meio que saindo elas por elas caso tivéssemos feito o que fizemos lá por aqui, mas não teríamos a oportunidade de fazer a nossa “despedida” de uma vida só nossa.

Então, para quem pretende fazer enxoval na Cidade Luz, algumas dicas válidas:

1. Roupas de Bebê

Há várias lojas especializadas para roupinhas de bebê, porém não há aquela febre do consumo como nos EUA. Os europeu, em geral, são mais conservadores e gostam do que é bom e não de modismos (#meidentifico)! E nem só de grandes grifes vive a Europa! Abaixo uma lista dos sites das marcas que vendem roupinhas que achei interessante no custo/benefício pelas marcas:

http://www.jacadi.fr
http://www.petit-bateau.fr
http://www.zara.com
http://www.bonton.fr
http://www.gap.com
http://www.lacoste.com
http://www.hm.com

2. Produtos de Farmácia

Ir nas Pharmacies de Paris é de enlouquecer!!!! Vende-se as melhores marcas cosméticos, shampoos, cremes… Nossa!! E produtos para gestantes e bebês de marcas maravilhosas também! A famosa marca Mustela é francesa, e lá os produtos saem mais baratos que nos EUA! Comprei de cremes para a gestação e pós-parto até kit higiene para bebê. Maravilhosos!!!
http://www.mustela.fr
http://www.clarins.fr
http://www.bioderma.fr
http://www.eau-thermale-avene.fr

3. Compras em geral para os bebês

Existem algumas lojas especializadas em produtos para bebês, mas as mais recomendadas são a Sauvel Natal e a Aubert. Uma amiga tinha ido a Paris umas 3 semanas antes que eu para fazer o enxoval, e me aconselhou a não ir na Aubert, pois os preços não estavam tão convidativos. Fui na Sauvel Natal e lá comprei muitas coisas para o Henrique, inclusive o carrinho. Comprei o modelo Quinny Moodd e o preço saiu, na promoção, a 320 Euros. Convertendo deu quase mil reais. Não é barato, até acho que nos EUA sai um pouco mais em conta (não muito), mas pelo modelo achei bom o preço, visto que aqui no Brasil já vi vendendo o mesmo carrinho a quase 5 mil Reais! Absurdo!! Só o carrinho já compensou a viagem!
Para quem não sabe, a linha de alimentação Avent também é francesa, e você pode encontrar em qualquer loja ou Pharmacies. Trouxe mamadeiras, chupetas, esterilizador, porta leite…Tudo compensou bastante em relação ao Brasil! Em algumas Pharmacies ainda estava com super desconto!!!

http://www.sauvelnatal.com
http://www.aubert.com

Concluindo: de fato, nos EUA há mais vantagem em fazer o enxoval pela variedade de produtos e também pelos outlets de roupas que lá existem, mas com certeza não há o encantamento que a Europa pode oferecer!! Além das compras, desfrutar da cidade mais romântica do mundo ao lado do seu amor e do fruto deste amor que está para chegar é indescritível, além dos registros lindos neste momento tão especial!

10808336_779813235419224_107224186_nJardin Du Luxembourg

Bisou!!!

Obs: Viajamos no Outono (início de Novembro de 2014) e estava com 24 semanas!

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COMER, REZAR E AMAR em ROMA – 2 dias e ½ – Parte I

Quando marcamos nossa “Eurotrip 2014”, França e Itália eram destinos certos. Eu e meu marido somos descendentes de italianos e não poderíamos perder a oportunidade de visitar a terra dos nossos ascendentes mais distantes. Pena que só utilizamos 2 dias e 1/2, assim como em Londres. Na verdade a Itália é um país que voltaremos para fazer somente ele e daí desbravar as suas regiões.

Saímos de Londres com um vôo direto pra ROMA. Apesar de cada cidade ter seu estilo peculiar, posso dizer com certeza que, além de PARIS, ROMA foi a cidade que mais surpreendeu assim que chegamos. Quando saímos do aeroporto de táxi até o nosso hotel, que se localizava no centro histórico, ficamos estupefatos com o que víamos diante dos nossos olhos!! Literalmente um museu a céu aberto!

Quando estávamos chegando na região a cada esquina nos surpreendíamos com um monumento grandioso. Ficávamos de boca aberta! Para quem ama história, Roma é destino certo! A sensação é que entramos no livro de história da nossa época de colégio.

Chegamos era noite, mas a beleza do centro histórico já enchia os nossos olhos. O clima estava bem mais ameno que a Londres congelante que deixamos para trás! Decidimos, portanto, que logo após o checkin daríamos uma volta e pararíamos em um restaurante para jantar.

Nosso hotel se encontrava muitíssimo bem localizado. Fica próximo a Stazione Termini, e a pé do hotel – com disposição – poderíamos ver todo o centro histórico.

Para a primeira noite, antes do jantar fomos ver a Fontava di Trevi. Lindaaa! E claro que o pedido foi feito como manda o figurino: jogando a moeda pelo lado esquerdo do ombro! 😛

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Pelas ruas ali próximas, o restaurante That’s Amore foi o que nos chamou mais a atenção pela sua localização. Ao entrarmos, o maitre – muito simpático por sinal – ao reconhecer que éramos brasileiros logo chamou o chef, que morou muitos anos em Curitiba e casou com uma Curitibana, mas que hoje vivem em Roma. Ele foi espetacular!!! Cozinha maravilhosamente bem, inclusive ganhou o prêmio de melhor cozinheiro de Roma em 2012, e podemos dizer com certeza que foi o dia que melhor jantamos em toda nossa estada na Europa!!! Da entrada à sobremesa, incluindo serviço e simpatia, nota 10!!

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No outro dia pela manhã e tarde, infelizmente, caiu uma chuva torrencial em Roma, quando a previsão era neve. Decidimos andar de citybus e explorar a cidade desta forma. Quando deu uma parada, fomos até o Castelo de Santo Ângelo.

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Castelo de Santo Ângelo (em italianoCastel Sant’Angelo), também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo, próximo do Vaticano, em RomaItália. O castelo é atualmente um museu.

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Para se chegar ao topo do castelo, temos que subir “alguns” degraus! Rsrsrsrs…

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Mas a vista, mesmo com chuva, vale a pena!

Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.

De seu terraço superior, tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.

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A sua atual designação remonta a 590, durante uma grande epidemia de peste que assolou Roma. Na ocasião, o Papa Gregório I afirmou ter visto o Arcanjo São Miguel sobre o topo do castelo, que embainhava a sua espada, indicando o fim da epidemia. Para celebrar essa aparição, uma estátua de um anjo coroa o edifício: inicialmente um mármore de Raffaello da Montelupo, e desde 1753, um bronze de Pierre van Verschaffelt sobre um esboço de Gian Lorenzo Bernini.

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De lá, pegamos novamente o city bus e fomos almoçar na mesma rua do That’s Amore. Ficamos com vontade de repetir lá (inclusive tínhamos marcado reserva novamente para a noite), então por que não variar?? Besteira a nossa! Apesar de termos sido alertados quanto aos golpes de alguns italianos – no quesito malandragem – pelo pessoal do That’s, caímos em um quando fomos para este estabelecimento. A história é longa, e só de lembrar da raiva, mas para constar o restaurante acabou empurrando um prato sem especificar que o preço iria subir (e muitoooo), e a surpresa só veio na hora da conta!! Meu marido e nosso amigo pediram um prato que no cardápio custava 28 euros , mas havia letras bem minúsculas que a carne pesava 100g. Quando fomos fazer o pedido, o garçom sugeriu que eles pegassem uma carne “média”. Detalhe: o valor era de 75 euros!!! Com o Euro a R$ 3,50, cada prato custou R$ 262,00!!!!!! Fora o vinho que bebemos e os pratos meu e da nossa amiga, a conta deu por volta de 300 euros! Kkkkk… O que “economizamos” em Londres com medo da Libra, que custava mais de 4 reais, gastamos em dois pedaços de carne em Roma! Rir pra não chorar! Pior é que ficamos preocupados em levar a reclamação a diante pela má-fé na falta de informação, pois éramos estrangeiros lá. Portanto, atenção ao pedirem qualquer coisa!!

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 A “maledeta”! Kkkkkk…

Saímos do nosso almoço/jantar já tarde e a chuva havia parado a noite. Eu e meu marido decidimos percorrer o centro histórico, que por sinal estava lindo ainda com a iluminação das festas de fim ano!

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Em nosso percurso, vimos vários monumentos, como o Panteão e o Templo de Adriano.

Panteão:

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Eventualmente, o termo “panteão” passou a significar tanto o conjunto de deuses quanto o templo específico a eles devotado. Atualmente, “panteão” é o termo designado para um mausoléu que abriga os restos mortais de diversas pessoas notáveis.

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Templo de Adriano:

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Finalizamos nosso passeio retornando a Fontana di Trevi:

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 Apesar da “indigestão” do nosso almoço/jantar, o final da noite e muito recompensou!

🙂

A Cosmopolita Londres em 2 dias e ½ – 1º dia.

Desde adolescente tinha como sonho conhecer Londres! Por pouco não fui morar lá quando terminei o colégio, mas como logo em seguida ingressei na Universidade Federal no curso de Direito acabei adiando, pelo menos, a visita.

Quando decidimos viajar a França eu tinha que pelo menos dar uma passada na capital Britânica. Não sei se foi bom ou ruim, por que 02 dias se tornaram mínimooooos e a vontade de retornar aumentou ainda mais que a vontade de conhecer! Kkkkkkkk…

Elenquei vários passeios para fazermos por lá e, INFELIZMENTE, aqueles que achava imprescindíveis acabaram não acontecendo! L A cidade, além de ser enoooorme, estava muito fria por conta do inverno. No segundo dia mal conseguimos andar por ela! Mas deu para fazer muita coisa! Vou elencar aqui nossos passeios pelos dias que estivemos. No 3º dia pegamos um vôo direto pra Roma.

Neste post,  falarei somente do 1º dia, pois foi o mais intenso. O tempo colaborou com os passeios. O restante falarei em post próximo.

1º DIA

Decidimos ir de Eurostar (trem bala) de Paris para Londres. Apesar da capital inglesa não requerer visto, senti a imigração mais atenta para entrar no país.

O trem passa pelo canal da mancha, mas quem acha que vai sentir que está passando por dentro do mar acaba se frustrando. Seria tão bom que os túneis submersos fossem transparentes… Rsrsrsrsrs…

Chegamos num sábado, no dia que acontece a tradicional Portobello Road Market! Assim que fizemos o check-in no hotel (Ibis, em Euston St Pancras – vale e muito a pena!!! Confortabilíssimo e ao lado da estação de metrô de mesmo nome), nos direcionamos para Notting Hill, onde acontece a feira.

Fiquei E-N-C-A-N-T-A-D-A! A Portobello Road é uma rua no bairro de Notting Hill e aos sábados recebe a Portobello Road Market, um dos mercados de rua mais conhecidos e frequentados de Londres. É famoso pelas roupas em segunda mão e antiguidades, além dos artistas de rua que lá se encontram!

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Lotada!!!

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Passeando mais pelo bairro, pudemos conhecer a livraria que foi gravada o filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”. A procurara para registrar o local é tamanha que o dono da livraria acabou colocando um banco para não prejudicar a fachada da sua loja!

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O interior da livraria!

Após o passeio fomos fazer o City Tour pela cidade. Imprescindível fazer estes passeios, pois além de um “apanhado geral” das atrações turísticas da cidade, faz com que a gente possa se localizar, além da possibilidade de ir parando nos locais que acharmos mais interessantes. O que escolhemos tinha áudio em Português

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O passeio também rende belíssimas fotos, como esta abaixo!

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O ingresso para usar o City Bus também nos dava direito ao passeio pelo Rio Tâmisa. Até chegar a área de embarque a gente passa pelo local onde a Ana Bolena foi julgada e decapitada.

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Também próxima área de embarque, pudemos contemplar a linda vista do Rio Tâmisa com a Tower Bridge ao fundo.

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Já dentro do barco, encontramos um local aquecido!

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Nós e o nosso amigo Álvaro, que mora em Paris.

Uma amiga minha que morou lá por 10 meses tinha dito que nunca havia passado tanto frio na vida e neste passeio pelo Rio Tâmisa pude comprovar e atestar este sentimento! Nossa!! Parece que todos os ventos do mundo se encontram em Londres! Para encarar o frio em cima do barco (queria ver o passeio, lógico!!) nada que uma boas doses de whisky não nos esquentasse! Kkkkkkk… Assim conseguimos encarar os ventos congelantes e desfrutar do passeio!

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 London Eye

O desembarque é bem próximo do Parlamento Inglês.

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Big Ben

ImagemParlamento Inglês

Muuuito me identifiquei com Londres!!! Cidade que preserva sua rica história e traz consigo a modernidade. Super cosmopolita e não é a toa que é considerada o CENTRO DO MUNDO! Tudo acontece primeiro em Londres. As pessoas são o que elas são ou o que sempre desejavam ser, sem a preocupação de ficarem presas a estereótipos!

Kisses!

Lila.

A Medieval Poitiers

Quando decidimos ir à França, uma das paradas obrigatórias era a cidade de Poitiers, pois lá mora uma prima do meu marido.

Saímos de trem da estação Montparnasse e a viagem durou não mais que 1h30. De carro o trajeto duraria umas 3h, mas também é uma opção interessante de passeio, pois para quem está com tempo disponível poderia parar em vários locais e visitar castelos interessantes, como o Vale Loire.

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A viagem de trem é muito tranquila (Aaaah… Que saudade dos transportes públicos europeus! 🙂 ) e, para variar, podemos contemplar da janela paisagens belíssimas!

ImagemA caminho de Poitiers! Este é o trem normal que faz a linha Paris-Poitiers, e não o trem bala (não há nesse trajeto!). Porém, este “normal” já é super confortável!!

Poitiers é uma cidade localizada no centro-oeste da França às margens do Rio Clain. Capital do departamento de Vienne e da Região de Poitou-Charentes e possui não mais que 100.000 habitantes.

Primeira capital da França, na cidade de Poitiers encontra-se a primeira rua do País, que, inclusive é a rua que mora a prima do meu marido!

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Primeiro traçado de rua da França

Grande parte da cidade é desse jeito: ruas estreitas e muita ladeira! Imagino como as mulheres naquela época sofriam com seus saltos e roupas pesadas para passear pelas ruas de Poitiers e de outras cidades!

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Suas ruas milenares!

Como chegamos lá no dia 02 de Janeiro, a cidade ainda estava toda enfeitada para o Natal! A decoração e as luzes faziam que o cenário ficasse ainda mais lindo do que realmente já é!

ImagemImagemMuitas tulipas para alegrar o inverno! 🙂

ImagemMaison do Pere Noel (casa do Papai Noel)! 😛

ImagemFeirinha de Natal!

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Passeio de Charrete

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Praça central!

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Lindo Carrossel!

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Igreja Notre-Dame la Grande de Poitiers
Poitiers ficou muito conhecida por suas batalhas, a exemplo da histórica Batalha de Poitiers, que ocorreu em 19 de setembro de 1356, durante a Guerra dos Cem Anos.

Durante a Guerra dos Cem Anos, lá ocorreu o julgamento de Joana d’Arc (em francês: Jeanne D’Arc) que decretou sua pena. Ela acabou por ser queimada viva.

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Sozinha na presença do rei Carlos VII, ela o convenceu a lhe entregar um exército com o intuito de libertar Orléans. Porém, o rei ainda a fez passar por provas diante dos teólogos reais. As autoridades eclesiásticas em Poitiers submeteram-na a um interrogatório, averiguaram sua virgindade e suas intenções.

A cidade a noite nos remete aos filmes que retratam a época medieval.

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Programa interessante é visitar o Parc de Blossac, localizado no coração de Poitiers. Muito lindo e nos dias mais quentes os habitantes da cidade vão passear e fazer picnics!

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Muito frio!!! Brrr… Mas adoro!

Poitiers é uma cidade pequena, charmosa e culta! Comporta uma importante universidade. Hoje em dia, a Universidade de Poitiers abriga um campus de ciências sociais do Instituto de Ciências Políticas de Paris voltado para a América Latina (“Institut de Sciences Politiques de Poitiers”). Lá, ensina-se português, francês, espanhol e inglês, além dos alunos aprenderem noções específicas sobre Direito Internacional e Europeu, Economia, Relações Internacionais e noções culturais de cada país. A universidade aposta na diversidade cultural de seus alunos para manter sua excelência. Pelo fato dessa miscigenação cultural, a cidade que antes não tinha muita coisa, voltou sua atividade para o estilo de vida dos jovens, adquirindo uma vida boêmia que antes não havia.

Adoramos a cidade com seu jeitinho interiorano, mas de muita cultura!

Beijinhos.

Lila.

Fonte: wikipedia.

A milenar La Rochelle

Quando resolvemos viajar nosso destino estava quase que exclusivamente dedicado à França, por isso incluímos em nosso roteiro algumas cidades de seu interior. A primeira parada seria a cidade de Poitiers, que falarei em post próximo.

Já estávamos em Poitiers quando decidimos visitar La Rochelle. Meu marido é encantado por histórias medievais e seus castelos, então quando decidimos ir à França não poderíamos deixar de visitar pelo menos alguns deles e suas fortalezas.

Para entender a França, deve-se saber que o país é dividido em regiões. Atualmente são 26 regiões, onde cada uma é dividida em departamentos. La Rochelle é uma cidade localizada no sudoeste da França no departamento Charente-Maritime, Região Poitou-Charentes.

Uma prima do meu marido mora em Poitiers e nos emprestou o carro para irmos a La Rochelle. Fizemos em mais ou menos 1h30 o trecho Poitiers – La Rochelle. Em laranja, no mapa abaixo, da para ver a distância de uma cidade para outra.

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Dirigir nas estradas francesas é muito tranquilo!!! As imagens vistas são encantadoras e quem tiver um tempinho vale a pena ao menos fazer uma viagem de carro e se encantar com as belíssimas paisagens!

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 A caminho de La Rochelle

Ao chegarmos em La Rochelle, pudemos constatar o porque desta cidade ser considerada uma das mais bonitas da Costa do Atlântico! Ela se encontra na Baía de Biscay e seu porto e seu centro histórico são de uma rara beleza.

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La Rochelle conta com mais de mil anos de história (A Europa é encantadora demais pro conta deste acervo cultural! Amo!!). Esta cidade é ainda cercada por edifícios históricos, datados dos séculos XV a XVIII e se destaca por ser um grande centro de prática de esportes na água, como vela, mergulho, natação, entre outros. Estas atrações não pudemos constatar devido à época do ano que fomos, mas percebemos que mesmo no inverno a cidade é super convidativa para o passeio, com uma clima alegre e de pessoas muito simpáticas!

A história de La Rochelle falava em grande parte do mar. Hoje, ela tem um grande ancoradouro para barcos de recreio. Sendo assim, seu coração é a pitoresca “Vieux Port” (“Porto Antigo”).

O velho porto de La Rochelle é caracterizado pelas 3 torres que marcam a sua entrada e são os vestígios das fortificações da cidade.

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Você pode comprar os tickets para visitar as três torres ou só a primeira. Compramos para visitar as três!

A primeira torre que visitamos foi a Tour Saint-Nicolas (Torre de São Nicolau), a maior entre as três torres. Sua finalidade era proteger-se contras os perigos do porto do mar.

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A segunda foi a Tour de la Chaîne (Torre da Cadeia). Esta é uma das duas torres que dão entrada ao Porto Velho de La Rochelle (a outra é a Tour de Saint-Nicolas). Essas duas torres foram usados para limitar a entrada para o porto com uma grande cadeia. Da torre, há uma bela vista do antigo porto e arredores. Está classificada como monumento histórico desde 1879.

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 As duas torres: Tour de la Chaîne e Tour Saint-Nicolas

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Vista do alto da Torre de la Chaîne

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Mirante para ver o mar.

A terceira é a Tour de la Lanterne (Torre da Lanterna) tem 70 m de altura e foi edificada no século XV. Foi um dos primeiros faróis da França e serviu também de prisão.

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A Caminho da Tour de la Lanterne

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 Após enfrentar inúmeras escadas estreitas, já a vista do alto da torre.

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Lá em cima!!! Muito vento!!! 

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Ao redor do pico da torre! Muito alto, muito vento, muito medo! Kkkkkkk… Não largava meu corpo à torre!

No século XII, muitos protestantes foram atirados nas suas masmorras. Hoje podemos ver várias inscrições feitas pelos prisioneiros. Seus muros têm seis metros de espessuras.

Passear pela cidade é um encanto! Suas casas coloridas, o porto, além de todo acervo medieval que lá se encontra é de encher os olhos!

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 Veleiro Pirata! 😛

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Parada pro café e colocar em ordem o itinerário da viagem! 🙂

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Entrada da cidade Medieval!

A cidade possui uma rica herança arquitetônica, além de um aquário, jardins atrativos e um museu de história natural. Para quem ama o turismo cultural, La Rochelle é um convite à história!

Beijinhos.

Lila.

O monumental Palácio de Versalhes

Uma atração bem interessante para quem vai visitar a França é conhecer o Palácio de Versalhes, ou Château de Versailles, como preferir! 🙂

Trata-se de um castelo real (um dos maiores do mundo!) localizado na cidade de Versalhes em uma aldeia rural à época de sua construção, que atualmente é um subúrbio de Paris. Ir para lá é fácil também. Assim como para a Disneyland Resort Paris, é necessário pegar um metrô até uma estação RER e lá pegar um trem para Versalhes.

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Desembarcando em Versalhes.

A Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França, desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família real ser forçada a voltar à capital em 1789. De Luís XIV (o Rei Sol) a Luís XVI, várias modificações ocorreram no Palácio de Versalhes. Com a Revolução Francesa, liderada por Napoleão Bonaparte, a família real foi obrigada a deixar o palácio. Pouco depois da partida da família real o palácio de Versalhes começou a ser esvaziado. Enquanto o Rei viveu, muita mobília foi removida e transferida para as Tulherias, onde ele estava. Várias pinturas e objetos de arte passaram para a guarda do Museu do Louvre, incluindo a Mona Lisa e outras obras valiosas. Demais conteúdos foram distribuídos por várias instituições públicas: livros e medalhas foram para a Bibliothèque Nationale, relógios e instrumentos científicos (Luís XVI era um entendedor de ciência) para a École des Arts et Métiers.

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Estátua do “Rei Sol” e idealizador do Palácio de Versalhes, Rei Luís XIV.

O palácio encanta pela sua grandiosidade e riqueza. Logo na entrada já se tem uma demonstração do que podemos esperar lá dentro:

 

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Entrando no palácio, vários salões nos aguardam para apreciarmos a megalomania daquela monarquia:

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Aposentos reais do Rei Luis XIV.

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Aposentos reais de Maria Antonieta.

O famoso e fabuloso Salão dos Espelhos. 

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Espetacular!

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Saindo do palácio, rumo aos famosos jardins:

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Apesar de termos ido no inverno, deu pra imaginar o quanto deve ser lindo seus jardins na primavera.

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Reviver a história, in loco, é uma das maravilhas de se visitar a Europa. E na França podemos desfrutar tudo isso!

Beijinhos!

 

Fonte: Wikipedia

DISNEYLAND RESORT PARIS – VALE OU NÃO A PENA?

Quando decidimos ir a França em nossa “Eurotrip”, a Disneyland Resort Paris (antiga Eurodisney) não se encontrava em nosso roteiro. Eu já fui à Disney de Orlando uma vez e meu marido três vezes! Porém, após um jantar maravilhoso no Miss Kö (citarei num post futuro sobre Paris), passeamos pela Champs-Èlysèes e entramos na loja da Disney. Quando vimos o preço promocional de inverno (45 euros para os dois parques) não resistimos e compramos. Empolgação dada pelas bebidinhas maravilhosas “degustadas” no restaurante a pouco tempo! Rsrs… 😛

Já estávamos a um bom tempo na cidade luz e acho que por isso valeu a pena. Para quem vai ficar pouco tempo e já conhece a dos EUA, não optaria por esta programação (salvo se tiver com crianças).

Apesar da Europa ser um destino tradicionalmente mais cultural, às vezes dar uma escapada é legal! Mesmo sendo bem menor que o complexo Disney de Orlando (é menor que o Magic Kingdom), dá para sentir toda a magia e voltar a ser criança por algumas horas! O fato de termos ido no inverno não nos deixou participar de algumas atrações, mas em compensação escapamos das longas filas tradicionais de verão, o que nos fez economizar bastante tempo, apesar do parque fechar 2h antes nesta época do ano.

A Disneyland Resort Paris é integrada por dois diferentes parques: o Disneyland Paris (versão européia do parque californiano) e o Walt Disney Studios.

Para quem vai fazer os dois parques no mesmo dia, recomendo fazer o Walt Disney Studios primeiro. Ele é menor que o Disneyland Paris e dá pra otimizar melhor as atrações. Ao deixar o Disneyland Paris por último, dá para ver o encerramento do parque no castelo da Bela Adormecida com a tradicional queima de fogos!

O que tem de interessante nos parques?

1 – Walt Disney Studios: Tem inspiração cinematográfica, mas sua versão é um pouco diferente do Hollywood Studios, apesar de lá encontrarmos diversas atrações americanas famosas, tais como o elevador que despenca da atração Twilight Zone (Tower of Terror), a montanha russa Rock’n’Roller Coaster (da banda Aerosmith), o passeio pelos estúdios, a atração com efeitos especiais do filme Armageddon. Lá tem um restaurante super fofinho com o tema de Ratatouille. Há atrações bem bacanas também, como a do Procurando Nemo!

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Entrada do Parque.

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Algumas das atrações do parque!

2 – Disneyland Paris: Parque principal, onde tem por destaque o Castelo da Bela Adormecida e as atrações mais conhecidas, como o Piratas do Caribe, a Mansão Fantasma, a Space Moutain II (para mim, a melhor!!!). A parada no final do dia é linda, mas bem menor que a dos EUA, e a queima de fogos no castelo é emocionante!! Peter Pan é o personagem principal e muitas das músicas são cantadas em francês, alternando com inglês.

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Algumas pelo dia…

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… outras pela noite! O clima de natal deixou tudo ainda mais lindo!

O acesso aos parques é fácil, podendo ir de metrô, carro, ônibus de turismo ou ônibus que sai direto do aeroporto. Optamos a ir de metrô e foi super fácil. O parque fica somente a uns 30 km do centro de Paris e se locomover de metrô, para nós, foi a melhor opção, pois a cidade é fartamente abastecida de linhas. Para chegar aos parques, tem que pegar um metrô e ir para as estações do RER (tal como a Gare de Lyon) de onde saem trens (RER A4) diretos até a estação Marne-la-Vallée em uma viagem de aproximadamente 45 minutos. A estação de desembarque é na portaria de acesso ao parque. O último trem sai do parque às 23h, mas a volta pode ter um lado ruim, pois o trem acaba voltando bem cheio e você tenha que fazer a viagem a pé. Para nós não foi nenhum incômodo.

Bom… Se valeu a pena? Para nós, demais!

Mais dicas recomendo o site Conexão Paris (verdadeiro guia para quem quer conhecer a França!) no link: http://www.conexaoparis.com.br/2013/10/30/disneyland-paris-vale-a-pena-como-e-quando/

Beijinhos!