BATE-VOLTA PARIS/AMSTERDAM

Começarei os posts da viagem com um destino que até então não estava programado em nossa “Eurotrip”, mas que gostaria muito em conhecer caso houvesse a oportunidade: AMSTERDAM.

Fomos de trem-bala num “bate-volta” de Paris um dia antes de voltar ao Brasil. O trem de alta velocidade (TGV) que liga Paris a Amsterdam se chama Thalys e o site de compra é o www.voyages-sncf.com. O tempo do trajeto é de um pouco mais de 3h, mas fomos informados que se fôssemos de avião o translado do aeroporto até o centro de Amsterdam iria dar mais ou menos o mesmo tempo. A vantagem do trem é que desembarcamos no centro de Amsterdam, na Centraal Station Amsterdam, que já é uma atração da cidade! Com uma belíssima arquitetura, nesta estação, que é a principal de Amsterdam, saem os trens, metrôs e trans.

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Como não dispúnhamos de tanto tempo (foi mais para conhecer mesmo), nossa programação ficou mais restrita, mas nem assim deixou de valer a pena. Logo que chegamos compramos um passe de transporte que dava direito ao longo dia usufruirmos de ônibus e metrô de superfície (tram – com “a” mesmo!). Vale muito a pena! Aliás, lá na Europa ficamos encantados com o serviço de transporte público e vimos que o nosso país ainda tem muito o que melhorar nesse sentido.

Estava muito frio quando desembarcamos, mas nada que nos fizesse desanimar. Os canais de Amsterdam, mesmo no inverno, são belíssimos. A arquitetura da cidade nos faz sentir numa maquete. Tudo muito lindo e impressionante!!

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Nossa primeira parada foi na Anne Frank Huiss (Casa de Anne Frank), fundado em 3 de maio de 1960 em memória de Anne Frank, no edifício onde ela e sua família e outras quatro pessoas judias permaneceram escondidas nos anos da ocupação nazista dos Países Baixos durante a Segunda Guerra Mundial. Passeio muito interessante, onde pudemos constatar a intolerância e a discriminação racial da época. Vale a pena a visita. Só não é permitido fotografar lá dentro.

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Anne Frank Huiss

Infelizmente, por falta de tempo, não pudemos visitar o Experiência Heineken e o Museu Van Gogh, mas lá perto encontramos um dos dois lugares em Amsterdam que tem as famosas letras I AMSTERDAM. Vale a foto! 🙂

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Também por conta do frio, deixamos de fazer os passeios de bicicleta e de barco pelos canais. Já havíamos tido a experiência de fazer o passeio no Rio Sena (Paris) e no Rio Tâmisa (Londres) e quase congelamos (principalmente em Londres!). Nada que não valesse a pena, mas como nosso tempo era curto, resolvemos “nos perder” em Amsterdam.

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Passeamos bastante a pé pelos canais e pudemos constatar a presença de vários Coffee Shops. Para quem é adepto, vale lembrar que, apesar da maconha ser legalizada por lá só pode ser consumida dentro destes estabelecimentos. Inclusive só pode ser portada até certa quantidade. Caso esteja acima do que a lei estabelece o cidadão pode ser preso!

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The Bulldog Coffee Shop

Também pudemos conhecer a famosa Red Light District (Bairro da Luz Vermelha), onde há as famosas vitrines com mulheres que se exibem para a prostituição. Em toda a Holanda a prostituição é considerada uma profissão e, portanto, é legalizada. Vale lembrar que elas não gostam de ser fotografadas. Inclusive há relatos que seguranças já tomaram a força máquinas de turistas e jogaram nos canais!!! Em algumas vitrines, inclusive, há sinalizações de que é proibido fotografar. Não presenciei algo do tipo, mas nem todas gostam de se esconder e nem colocam a sinalização de proibir fotografar. Algumas permitem ser fotografadas.

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Red Light District

Apesar do pouco tempo, valeu a pena ver tantos cenários lindos! Ficávamos imaginando como não deve ser na primavera!!

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Amsterdam também deixou saudade! 🙂

Bjinhos.

Lila.

Férias!!

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Estive ausente por um motivo muito mais que justo: Férias!!!

Passei na Europa e prepararei posts especiais dos lugares que estive por lá: França, Inglaterra, Itália e Holanda!

Cada lugar foi inesquecível! Aguardem!!

Bjos…

Lila.

🙂